“Não deixe que as loucuras do dia a dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.”

Alimentar um amor é bem trabalhoso. Quando dizemos sim a uma pessoa, temos que estar ciente de que essa decisão vai exigir muito de nós.

Esses dias atrás, compartilhei no instagram uma imagem que realmente me fez pensar, onde dizia: “covardia é despertar o amor sem a intenção de ficar”. Sim, concordo. Muitas vezes a gente entra em um relacionamento apenas por impulso, ou carência durante uma paixão ou afeto. Os primeiros dias parecem fazer todo sentido e fazem com com que acreditemos que agora sim, vai dar certo, encontrei a felicidade.

Com o caminhar dos dias, começamos a notar o quanto é trabalhoso alimentar um amor. Fazer concessões,  guardar sentimentos, medir as palavras, dosar comportamentos, evitar algumas pessoas e lugares, cuidar de si mesmo, satisfazer o outro, defender princípios e opiniões pessoais, proteger, se entregar, se preocupar e principalmente cuidar.

Como dizia Paulinho Moska, na música O tom do amor, … “O amor nasce pequeno mas cresce e fica estupendo.” Precisamos estar cientes de que o amor não é aquela coisa toda que a gente vê nos filmes de Hollywood. Ele não nasce gigante, ele tem que ser regado, dia após dia, em meio a dificuldades e contratempos. O amor é construído. E leva tempo.

Às vezes, depois de tanto empenho e tanto esforço, com a rotina, a correria da vida, muitas pessoas tendem a duvidar da felicidade em dividir a vida exclusivamente com uma pessoa. Mas amor – pelo menos pra mim – é isso. Exclusividade. Nada de poliamor – poliamor, pode ser qualquer coisa, diversão, alegria, safadeza, paixão, menos amor.

Se você perguntar, todo mundo quer um grande amor, todo mundo quer festas e loucuras, todo mundo quer viver intensamente. Mas receber (e dar) aquela ligaçãozinha com a voz rouca de bom dia ou ficar na cama o dia todo assistindo todas as temporadas de Narcos, num quarto encalorado, quem sabe com dois ventiladores ligados, perderam o sentido.

Pode até demorar pra cair a nossa ficha, mas amor é muito mais do que beijos na chuva e maratonas de sexo intenso. Amor é ser companheiro. Amor é entrega.

Amar dá muito trabalho, mas dos prazeres da vida, é a única coisa que importa. E a melhor de todas.

Então, não perca a oportunidade de amar.

“Não deixe que as loucuras do dia a dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.” Drummond.

Comente

Comentários

Uma designer mineira, 26 anos, podem me chamar de Mica. Luto contra eu mesma todos os dias. Às vezes ganho, às vezes perco… mas não desisto. Esperem de mim um bocado de textos sobre arte, flores, fé, receitas de bolo, amores e mimimi.